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Apoiadores selecionados irão contribuir com as equipes estaduais e municipais de saúde na elaboração do Plano de Trabalho Local e implementação do projeto 

O Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) do Hospital Universitário Onofre Lopes, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em parceria com o Ministério da Saúde, CONASS, CONASEMS e Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) está com inscrições abertas para o processo seletivo de cadastro de reservas para bolsistas, que atuarão como APOIADORES DE PESQUISA E INTERVENÇÃO no “Projeto Integração Inteligente Aplicada ao Fortalecimento da Rede de Resposta Rápida à Sífilis”.

O objetivo do Projeto é contribuir com as equipes estaduais e municipais de saúde na elaboração do Plano de Trabalho Local e implementação do projeto, considerando o perfil epidemiológico e as necessidades de cada território.

As inscrições são gratuitas e foram iniciadas na última quarta-feira (24), indo até o próximo dia 31 de janeiro, com o encerramento às 23h59. Para participar do processo, o candidato (a) deve ter nível superior em qualquer área de formação, experiência prática de trabalho no SUS, dispor de no mínimo 30 horas para o projeto e residir na área de atuação. Pós-graduação servirá como efeito classificatório na avaliação curricular.

O Estado do Ceará conta com quatro vagas, distribuídas na região metropolitana de Fortaleza, nos municípios de Fortaleza, Caucaia e Maracanaú. O valor da bolsa é 4 mil reais.


Para ler o edital completo e obter todas as demais informações, clique aqui.

Enviado por Secretaria de Vigilância em Saúde - Ministério da Saúde
Contato: (61)3315-3714

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Assessoria de Comunicação do COSEMS/CE
Amanda Macêdo / Fernando Cruz / Karlla Gadelha / Mário Cabral
Telefone: (85) 3101.5444
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       Prevenir a doença é melhor do que tratá-la. E a vacinação é uma das medidas mais importantes e eficazes de prevenção. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos que destroem os micro-organismos invasores (bactérias ou vírus) tornando a pessoa, assim, imunizada. A Secretaria da Saúde do Ceará reforça a importância de a população ficar atenta ao calendário vacinal e manter a rotina de imunização, atualizando a caderneta de vacinação.

Cada faixa etária tem sua vacina específica e todas as vacinas, com exceção da Influenza, ficam disponíveis fora do período de campanhas. Quanto mais pessoas são imunizadas, mais comunidades são protegidas contra doenças e menor é a chance de contaminar outras pessoas. Conforme o Calendário Nacional de Vacinação, as vacinas estão disponíveis para crianças, adolescentes, adultos, idosos e gestantes. Os profissionais de saúde, as pessoas que viajam muito e outros grupos de pessoas, com características específicas, também têm recomendações para tomarem determinadas vacinas. A vacina da Febre Amarela é uma delas.

Há 17 anos, o Ceará não tem casos de febre amarela. Por isso, pessoas que residem no Estado não precisam se imunizar contra a doença. Mas quem mora no Ceará e viaja para outros estados ou países que são áreas de risco precisam tomar a vacina da febre amarela. A vacinação para febre amarela é ofertada em todo o Brasil, principalmente para os estados que têm municípios com recomendação para a vacina.

O Ceará não é área de risco. Mas recebe do Ministério da Saúde, mensalmente, vacina da febre amarela para viajantes. Cearenses que viajam muito e têm contato com áreas consideradas de risco devem se vacinar. Basta apresentar o comprovante de viagem (passagem) junto com um documento de identificação com foto e o cartão de vacinação para tomar a vacina, que é gratuita e pode ser realizada na unidade referenciada pela secretaria de saúde do município. A vacina é totalmente eficaz contra a doença e a imunização deve ser feita dez dias antes do contato com áreas risco de infecção pelo vírus da febre amarela.

São consideradas áreas de risco locais que têm matas e rios, onde o vírus e seus hospedeiros e vetores ocorrem naturalmente. No entanto, no Brasil a vacinação é recomendada para as pessoas a partir de 9 meses de idade que residem ou se deslocam para os municípios que compõem a Área Com Recomendação de Vacina, localizada em municípios dos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Maranhão, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Quem deve se vacinar

A coordenadora de Imunizações do Ceará, Ana Vilma Leite Braga, relembra que a vacina da febre amarela já faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. “A vacina da febre amarela existe desde 1937. Em 1973, iniciou no Programa Nacional de Imunização (PNI). Se a vacina existe e se todos vão viajar para área com circulação do vírus, a prevenção não deve ser pontual”, esclarece.

De acordo com a coordenadora, é importante esclarecer à população sobre quem precisa se vacinar contra febre amarela. “Quem já teve a doença não precisa se vacinar. A gente recebe (vacina) para os viajantes. Se o turista internacional está viajando para uma área considerada de risco e antes, passa por Fortaleza, ele pode se vacinar. Diferente do brasileiro que vai voltar para o lugar de origem (quem mora em áreas de risco) e tem a vacina disponível no seu estado”, explica.

A vacina da febre amarela não é recomendada para crianças menores de seis meses, idosos, gestantes sem recomendação médica criteriosa, pessoas com alergia a ovo e seus derivados, além daqueles que já fizeram algum transplante de órgãos, estejam fazendo tratamento de câncer e são portadores de doenças que comprometem o sistema imunológico, como o HIV/ aids. “Mães que se vacinaram, não devem amamentar se a criança for menor de seis meses. Pessoas com histórico de eventos adversos graves, como alergia ao ovo de galinha, e de imunossupressão, como transplantados, quem está fazendo quimioterapia ou radioterapia, portadores de lupus, não devem tomar a vacina da febre amarela”, alerta.

Transmissão da febre amarela

A febre amarela não é transmitida de pessoa para pessoa, nem de macaco para pessoa e sim, de mosquito para pessoa. Os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes são vetores e eles vivem no ambiente silvestre. O último caso de febre amarela urbana foi registrado no Brasil em 1942, e todos os casos confirmados desde então decorrem do ciclo silvestre de transmissão.

Sintomas da doença

Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. A maioria das pessoas melhora após estes sintomas iniciais. No entanto, cerca de 15% apresentam um breve período de horas a um dia sem sintomas e, então, desenvolvem uma forma mais grave da doença.

Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia (especialmente a partir do trato gastrointestinal) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Cerca de 20% a 50% das pessoas que desenvolvem doença grave podem morrer.

Depois de identificar alguns desses sintomas, procure um médico na unidade de saúde mais próxima e informe sobre qualquer viagem para áreas de risco nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas, e se você observou mortandade de macacos próximo aos lugares que você visitou. Informe, ainda, se você tomou a vacina contra a febre amarela, e a data.

Onde se vacinar em Fortaleza

- Centro de Saúde Meireles
Av. Antônio Justa, 3113, Meireles
(85) 3101-1446

- Posto de Saúde Carlos Ribeiro
Rua Jacinto Matos, 944, Jacarecanga (próximo ao trilho da Francisco Sá, perto dos Correios)
(85) 3452-6375/ 3452-6376

- Posto de Saúde Messejana
Rua Cel. Guilherme de Alencar, s/n, Messejana (atrás da Regional VI)
(85) 3474-2637/ 3488-3311

- Posto de Saúde Paulo Marcelo
Rua 25 de Março, 607, Centro
(85) 3433-5898/ 3433-9701

- Posto de Saúde Roberto Bruno
Av. Borges de Melo, 910, Fátima
(85) 3227-9177

Via: ASCOM SESA

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Assessoria de Comunicação do COSEMS/CE
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A nova edição da Revista Sustentação, publicação editada pelo Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Ceará (COSEMS/CE), será lançada durante a realização do 5º Ciclos Temáticos, na próxima segunda-feira (15), no auditório do Banco do Brasil, em Fortaleza. O evento, voltado para os secretários de saúde dos 184 municípios do Estado, coordenadores regionais e apoiadores, discutirá “A Saúde e o Congelamento de Gastos nos próximos 20 anos”. 

A edição 42, que tem como tema principal “Saúde, Planejamento e Gestão”, marca a adoção do novo projeto gráfico da publicação. Além da temática principal, a nova edição traz ao leitor entrevista com o presidente do Conasems, Mauro Junqueira; matérias sobre o novo ciclo do Selo Unicef, recursos federais e emendas parlamentares, a nova Política Nacional de Atenção Básica e a participação dos apoiadores nas Conferências Municipais de Saúde. A seção “Faces da Gestão” apresenta uma entrevista com o prefeito do município de Juazeiro do Norte, Arnon Bezerra. 

A nova Sustentação conta ainda com a seção de notas repercutindo a agenda da saúde, artigos de opinião, dicas e homenagem à ex-presidente do Cosems, Vilaula Lopes, que faleceu em 2017, além da publicação dos resumos dos trabalhos cearenses que foram destaques no Congresso Norte e Nordeste e na  Mostra Brasil, Aqui tem SUS, do Congresso do Conasems, realizados em 2017.

 

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O evento trouxe o tema central “A saúde e o Congelamento de Gastos nos Próximos 20 anos”, com palestrantes do Ministério da Saúde, secretários de Estado, autoridades políticas, APRECE e doutores em Economia

Mais uma vez os Ciclos Temáticos COSEMS/CE se destacou como um evento que acontece em momentos determinantes para os gestores do SUS no Estado. Realizado na última segunda-feira (15), no auditório do Banco do Brasil, em Fortaleza, o evento trouxe o tema central “A saúde e o Congelamento de Gastos nos Próximos 20 anos”, com palestrantes do Ministério da Saúde, secretários de estado, autoridades políticas, APRECE e doutores em economia. 

O evento atraiu a participação de 60% dos secretários municipais de saúde, além de coordenadores regionais, convidados da secretaria de saúde, técnicos dos municípios e apoiadores da Rede Colaborativa. Na abertura, o presidente do COSEMS/CE, Josete Tavares, fez o lançamento oficial da Revista Sutentação nº 42. 

A nova portaria n°3992, de 28 dezembro de 2017, que trata da nova modalidade de financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços públicos de saúde no SUS, um dos assuntos mais aguardados pelos gestores, teve a abordagem do assessor do Ministério da Saúde, Marcos Franco. De forma objetiva, ele tratou dos pontos da portaria que mais afligem os gestores, relacionando com a importância dos planejamentos e da execução do orçamento na saúde. 

“A construção do processo orçamentário e contabilístico não é uma coisa tranquila e simples, ela sempre foi complicada e quando há uma alternância e mudanças de regras, é muito importante que todos os municípios se apropriem disso. Nós sabemos que o tempo de maturação da apropriação dessas novas normas, em geral, é de no mínimo 3 a 4 anos até que tudo isso seja sedimentado. Então haverá ainda uma enormidade de dúvidas a esse respeito”, comentou o assessor, exaltando a iniciativa pela realização do evento.

“A Saúde e os Efeitos da Emenda Constitucional 95”, palestra ministrada pelo professor do Instituto de Economia da UNICAMP e pesquisador do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica (CECON), Guilherme Mello, mostrou uma visão do quadro econômico atual, a partir de previsões acerca dos prejuízos sociais que deverão causar a EC 95. Para o professor, esses eventos são necessários para a construção de mecanismos de pressão social.

“O COSEMS está de parabéns pela amplitude e complexidade dessa reunião e acho que a partir de agora esses debates devem ser interiorizados, levados para os municípios, para as câmaras municipais, Assembleia Legislativa, para que também os representantes estejam a par dos desafios e das possíveis soluções para os problemas que foram aqui levantados”, pontuou.

Participação sempre marcante nos eventos do COSEMS, o secretário da saúde do Ceará, Henrique Javi, proferiu a palestra “A Política Estadual de Incentivos à Saúde”, ressaltando os investimentos realizados nos últimos três anos. Javi destacou, entre outros pontos, a importância das Policlínicas na interiorização da atenção especializada. “Nós, juntos, municípios e estado, conseguimos construir um modelo que é outro exemplo que muita gente vem aqui para observar”, apontou o secretário.

A última palestra da manhã foi realizada pela secretária municipal de saúde de Fortaleza, Joana Maciel, que trouxe uma contribuição importante para os debates, com o tema “Desafios da Gestão Municipal da Saúde na 5ª Metrópole do País”. Ela apresentou as ações realizadas na sua gestão destacando a necessidade das secretarias buscarem reforçar o trabalho intersetorial.

Segundo a secretária de saúde de Piquet Carneiro, Valéria Franco “foi um dia de grande aprendizado, com ricas informações”. Ela ressaltou a importância da presença do secretário Henrique Javi “com colocações profundas e dentro da nossa realidade.”

Crise nos estados e a Saúde

A segunda rodada de palestras aconteceu no período da tarde, com a presença do assessor da APRECE, João Ananias, que falou sobre “A Gestão da Saúde e as Restrições Financeiras no Âmbito Municipal”. Em seguida, o Doutor livre-docente de Economia da Saúde da FSF/USad e do Departamento de Economia da PUC-SP, Áquilas Mendes, trouxe um panorama geral da crise do sistema capitalista mundial e teceu relações com o atual quadro político, social e econômico brasileiro. Na visão dele é preciso “continuar o debate sério na questão tributária, consciência política do país, que não é uma questão institucional. Precisa de um debate com consciência de defesa de direitos à saúde”.

Outra palestra valorosa desta edição do Ciclos, foi proferida pelo secretário da Fazenda, Mauro Benevides que abordou “O Novo Regime Fiscal nos Estados”. O secretário enfatizou a crise que muitos estados brasileiros vem atravessando, com sérias dificuldades para cumprir com as obrigações orçamentárias, como o pagamento de servidores. Ao comparar a situação do Ceará com os demais estados, ele frisou que “o Ceará é hoje o estado com maior volume de investimentos do país, com 2,5 bilhões em 2017 e devemos ir a 3,5 bilhões em 2018.”

Para a secretária de saúde de Pentecoste, Geciliane de Sousa, “foi de grande importância todos os temas abordados, o que nos faz refletir se estamos realmente realizando de forma coerente e satisfatória, o nosso papel de gestor. Diante de tantas dúvidas e incertezas, procuramos fazer o melhor possível e lutamos todos os dias com vários fantasmas que perturbam nosso dia a dia".

Veja aqui mais fotos do 5º Ciclos Temáticos

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Encontro reuniu gestores e apoiadores na primeira reunião ampliada realizada no auditório Maria Vilauva Lopes

Na última sexta-feira (15), a sede do COSEMS, recebeu cerca de 40 secretários, grupo de apoiadores da Rede Colaborativa e convidados para realização da última Reunião Ampliada de 2017. O encontro conduzido pela Diretoria Executiva, também contou com a presença da secretária executiva da SESA, Lilian Beltrão, que apresentou a situação dos recursos federais do FAEC alocados para os serviços de TRS, após transferência regular e automática aos FMS, considerando a Portaria Nº.2.736/2017.

A gerente da Câmara Técnica do MAPP, Tatiana Braga, alertou para que os gestores fiquem atentos às informações repassadas através de e-mails e para que seja dado início ao plano para 2018. “É importante vocês conversarem com o prefeito e deputados, precisa ter essa articulação anterior, para quando o MAPP for aprovado, já ser em cima da necessidade de vocês”, destacou Tatiana.

Para ter acesso aos documentos relativos ao MAPP basta entrar no site da SESA, clicar em downloads e seguir até o item Câmara Técnica de Gestão do MAPP/Saúde. Veja também o andamento de convênios com o Estado, no portal da transparência transparencia.ce.gov.br


O presidente do COSEMS, Josete Tavares, encaminhou como sugestão a realização de oficinas de capacitação sobre o tema para os técnicos dos municípios e solicitou para a reunião ampliada de janeiro uma repercussão das emendas parlamentares federais sob gestão estadual para aquisição de medicamentos para os municípios.

Outro ponto destacado, foram as inscrições para o Processo de Fortalecimento Institucional Progressivo (FIP), destinado a municípios habilitados no Programa Qualifar-SUS nos anos de 2012, 2013 e 2014, assim como as inscrições para habilitação de novos municípios ao programa. O prazo para ambas encerra amanhã (20). Mais informações neste link.

Ainda houve um momento de discussão da proposta do Ministério da Saúde, que por através de edital, irá credenciar empresas para pôr em prática o Programa de Informatização das Unidades Básicas de Saúde (PIUBS). Fique por dentro acessando o edital aqui.


CIB

No turno da tarde, na CIB, foi pactuada a atualização dos valores per capta de financiamento da Assistência Farmacêutica básica a ser trabalhado para a PPI-2018. Os valores para Assistência secundária permanecem. Em breve divulgação da resolução.

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